terça-feira, 26 de maio de 2015

COMO MONTAR UMA AGÊNCIA DE TURISMO. - PARTE 1

COMO MONTAR UMA AGÊNCIA DE TURISMO.







Sumário

1. Apresentação
2. Mercado
3. Localização
4. Exigências Legais e Específicas
5. Estrutura
6. Pessoal
7. Equipamentos
8. Matéria Prima/Mercadoria
9. Organização do Processo Produtivo
10.        Automação
11.        Canais de Distribuição
12.        Investimento
13.        Capital de Giro
14.        Custos
15.        Diversificação/Agregação de Valor
16.        Divulgação
17.        Informações Fiscais e Tributárias
18.        Eventos
19.        Entidades em Geral
20.        Dicas de Negócio
21.        Características
22. Planejamento Financeiro


Aviso: Antes de conhecer este negócio, vale ressaltar que os tópicos a seguir não fazem parte de um Plano de Negócio e sim do perfil do ambiente no qual o empreendedor irá vislumbrar uma oportunidade de negócio como a descrita a seguir. O objetivo de todos os tópicos a seguir é desmistificar e dar uma visão geral de como um negócio se posiciona no mercado. Quais as variáveis que mais afetam este tipo de negócio? Como se comportam essas variáveis de mercado? Como levantar as informações necessárias para se tomar a iniciativa de empreender?

A primeira viagem de turismo de que se tem notícia foi um trem fretado pelo inglês Thomas Cook, em 1841, levando centenas de pessoas para um congresso em Leicester, na Inglaterra. De lá para cá, o mercado só cresce e se transforma.


As Agências de Viagens e Turismo ao longo do tempo apresentaram uma série de transformações até atingirem o estágio atual que ainda continua evoluindo. Segundo o histórico apresentado pela ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagens e Turismo, o conceito de “viajar” foi lapidado ao longo do tempo, pelos empreendedores desse segmento de mercado.

Desde o início do século XX, quando ainda não existia a aviação comercial, o Brasil já contava com empresas que trabalhavam com câmbio, tanto na venda quanto na compra de moedas estrangeiras e dedicavam-se à venda de passagens de navios. Na época esse era o meio de transporte que possibilitava ligar as diversas partes do mundo.

Charles Miller, o introdutor do futebol no Brasil, assumiu em 1904 uma empresa que fora fundada por tio seu em 1880. A empresa passou a ostentar o seu sobrenome e a representar a Royal Mail Lines (Mala Real Inglesa). Esta empresa era proprietária de vários navios que levaram inúmeros brasileiros para a Europa e também trouxeram muitos imigrantes para o Brasil. A partir de então começa a surgir pelo Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro e São Paulo outras empresas do mesmo segmento, até que vem a ser fundada a ABAV.

Em 1930 chega ao Brasil o primeiro dos dirigíveis, que passaram a ser conhecidos simplesmente por Zeppelin. Isto ocasionou a ampliação das vendas de passagens, pois além de navio tinha agora o conforto dos Zeppelins. Esse novo meio de transporte transportou vários brasileiros endinheirados para visitas à Europa. Com a evolução da aviação comercial, as empresas de comércio de passagens têm um incremento substancial em seu mix de produtos comercializados Passaram, então, a vender passagens para os meios de transporte marítimos, ferroviários e aéreos. Este foi um ponto marcante para o crescimento desse mercado.

Atualmente, o Brasil constitui um destino turístico reconhecido mundialmente pela sua diversidade cultural e ambiental, mas ainda está aquém da entrada de turistas necessária para transformar a atividade numa grande geradora de emprego e renda. Isto torna uma oportunidade de expansão do mercado e consequentemente para abertura de novas agências de viagens.

Levantamento divulgado pelo Banco Central mostra que os brasileiros gastaram o valor recorde de US$ 1,870 bilhão em viagens ao exterior em 2013. Mesmo já estabelecidos como grandes consumidores globais, porém, a maioria dos turistas nacionais prefere viajar pelo Brasil a ir para fora do país. É pelo menos o que afirma a pesquisa "Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem", realizada pelo Ministério do Turismo e pela Fundação Getúlio Vargas. Desses turistas em potencial, 48% priorizarão passeios dentro do território nacional. Por outro lado, 21% deles manifestaram intenção de fazer jornadas para fora do Brasil. E cerca de 31% se mostraram indecisos em relação ao destino de suas viagens.Assim, pode promover um aumento expressivo de pessoas buscando os serviços das Agências de Viagens.


Nesta "Idéia de Negócio" serão apresentadas informações importantes para o empreendedor que tem intenção de montar uma Agência de Viagens e Turismo. Este documento não substitui o Plano de Negócios, que é imprescindível para iniciar um empreendimento com alta probabilidade de sucesso.
CONTINUA NO PRÓXIMO POST.

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